Domingo passado eu e a Daisi ministramos aula para o berçario.
Foi a primeira vez que eu dei aula para crianças de 1 e 2 anos. Só tinha experiência com crianças maiores.
Fiquei um pouco apreensiva, pois não sabia se as crianças prestariam atenção.
Porém fiquei super super super surpresa: TODAS prestaram muita atenção na oração, música, história... como é bom saber que essas crianças estão crescendo tendo o privilégio de conhecer Jesus tão cedo.
Deus ama as crianças e devemos incutir a palavra de Deus em seus corações desde bem cedo.
Estamos seguindo um material maravilhoso e na cartinha que entregamos aos pais, eles sugerem para lermos um versículo com a criança no colo em casa e para passar o dedinho dela em cima e orar.
Segui a sugestão em casa com a Julinha e foi maravilhoso...ela ama quando eu oro com ela, quando leio a bíblia e quando conto histórias...aproveito para contar as histórias bíblicas.
Aqui deixo o meu convite... mães, pais, levem seus filhos para a igreja.
Vocês são responsáveis pelo crescimento espiritual deles. Não percam tempo!!! Dêem aos seus filhos o privilégios que as crianças do berçário têm!!!
Nossa igreja, para a glória do Senhor Jesus tem o ministério infantil, com aulas para as crianças e a Tarde bíblica infantil todo mês!!! As professoras foram treinadas para isso.
Venha assistir ao culto, todo domingo às 19h30 e traga suas crianças para ouvir do Senhor Jesus.
terça-feira, 28 de agosto de 2012
A Oração de Maria de Max Lucado
Deus. Ó Deus infante. O mais precioso filho do céu. Concebido pela união da graça divina com a nossa desgraça. Durma bem.
Durma bem. Banhado pela fresca da noite cravejada de diamantes. Durma bem, pois o fogo da ira ferve bem perto. Goze do silêncio do berço, pois o ruído do tumulto se faz sentir em seu futuro. Saboreie a doce segurança de meus braços, pois chegará breve o dia em que não poderei protegê-lo.
Descansem bem, mãos pequeninas. Pois apesar de pertencerem a um rei, vocês não tocarão o cetim, não possuirão ouro. Não pegarão numa pena, não guiarão um pincel. Não, suas mãos pequeninas foram reservadas para obras mais preciosas:
tocar a chaga viva de um leproso
enxugar a lágrima triste de uma viúva,
agarrar-se ao chão do Getsêmani.
Suas mãos, tão minúsculas, tão ternas, tão brancas — fechadas hoje em forma de punho infantil. Elas não foram destinadas a empunhar um cetro nem abanar do balcão de um palácio, mas reservadas para o cravo romano que irá pregá-las numa cruz romana.
Durmam bem, olhos pequeninos. Durmam enquanto podem. Pois logo virá a claridade e você vai ver a confusão que fizemos do seu mundo.
Verá nossa nudez, pois não podemos ocultar-nos.
Verá nosso egoísmo, pois não podemos dar.
Verá nossa dor, pois não podemos curar.
Ó olhos que verão o abismo escuro e seu terrível príncipe... durmam, por favor, durmam; durmam enquanto podem.
Fique quieta, boquinha pequenina. Fique quieta boca pela qual falará a eternidade.
Língua minúscula que em breve chamará os mortos, que irá definir a graça, que silenciará nossa insensatez.
Lábios de botão — sobre os quais paira um beijo de estrelas concedendo perdão para os que crerem em você, e de morte para os que o negarem — fiquem quietos.
Pezinhos pequeninos que cabem na palma de minha mão, descansem. Pois passos difíceis estão à sua frente.
Sentem o cheiro do pó das estradas que terão de palmilhar?
Sentem a água fria e salgada sobre as quais andarão? Recuam ao sentir o prego que terão de suportar? Temem a descida íngreme pela escada em espiral até o domínio de Satanás?
Descansem, pezinhos pequeninos. Descansem hoje para que amanhã possam andar com poder. Descansem. Pois milhares irão seguir os seus passos.
Pequeno coração... coração santo... bombeando o sangue da vida através do universo: quantas vezes iremos quebrantá-lo?
Você será dilacerado pelos espinhos de nossas acusações.
Você será devastado pelo câncer do nosso pecado.
Você será esmagado pelo peso de sua própria tristeza.
E será traspassado pela lança da nossa rejeição.
Todavia nesse ato de traspassar, nesse último rompimento de músculo e membrana, nessa precipitação final de sangue e água, Ele irá encontrar descanso. Suas mãos serão libertadas, Seus olhos verão a justiça, Seus lábios sorrirão, e Seus pés o levarão para casa.
E ali descansará de novo — desta vez nos braços do Pai.
Durma bem. Banhado pela fresca da noite cravejada de diamantes. Durma bem, pois o fogo da ira ferve bem perto. Goze do silêncio do berço, pois o ruído do tumulto se faz sentir em seu futuro. Saboreie a doce segurança de meus braços, pois chegará breve o dia em que não poderei protegê-lo.
Descansem bem, mãos pequeninas. Pois apesar de pertencerem a um rei, vocês não tocarão o cetim, não possuirão ouro. Não pegarão numa pena, não guiarão um pincel. Não, suas mãos pequeninas foram reservadas para obras mais preciosas:
tocar a chaga viva de um leproso
enxugar a lágrima triste de uma viúva,
agarrar-se ao chão do Getsêmani.
Suas mãos, tão minúsculas, tão ternas, tão brancas — fechadas hoje em forma de punho infantil. Elas não foram destinadas a empunhar um cetro nem abanar do balcão de um palácio, mas reservadas para o cravo romano que irá pregá-las numa cruz romana.
Durmam bem, olhos pequeninos. Durmam enquanto podem. Pois logo virá a claridade e você vai ver a confusão que fizemos do seu mundo.
Verá nossa nudez, pois não podemos ocultar-nos.
Verá nosso egoísmo, pois não podemos dar.
Verá nossa dor, pois não podemos curar.
Ó olhos que verão o abismo escuro e seu terrível príncipe... durmam, por favor, durmam; durmam enquanto podem.
Fique quieta, boquinha pequenina. Fique quieta boca pela qual falará a eternidade.
Língua minúscula que em breve chamará os mortos, que irá definir a graça, que silenciará nossa insensatez.
Lábios de botão — sobre os quais paira um beijo de estrelas concedendo perdão para os que crerem em você, e de morte para os que o negarem — fiquem quietos.
Pezinhos pequeninos que cabem na palma de minha mão, descansem. Pois passos difíceis estão à sua frente.
Sentem o cheiro do pó das estradas que terão de palmilhar?
Sentem a água fria e salgada sobre as quais andarão? Recuam ao sentir o prego que terão de suportar? Temem a descida íngreme pela escada em espiral até o domínio de Satanás?
Descansem, pezinhos pequeninos. Descansem hoje para que amanhã possam andar com poder. Descansem. Pois milhares irão seguir os seus passos.
Pequeno coração... coração santo... bombeando o sangue da vida através do universo: quantas vezes iremos quebrantá-lo?
Você será dilacerado pelos espinhos de nossas acusações.
Você será devastado pelo câncer do nosso pecado.
Você será esmagado pelo peso de sua própria tristeza.
E será traspassado pela lança da nossa rejeição.
Todavia nesse ato de traspassar, nesse último rompimento de músculo e membrana, nessa precipitação final de sangue e água, Ele irá encontrar descanso. Suas mãos serão libertadas, Seus olhos verão a justiça, Seus lábios sorrirão, e Seus pés o levarão para casa.
E ali descansará de novo — desta vez nos braços do Pai.
sábado, 25 de agosto de 2012
“Mas aquele que me negar diante dos homens, eu também o negarei diante do meu Pai que está nos céus.”
VERSÍCULO:
“Mas aquele que me negar diante dos homens, eu também o negarei diante do meu Pai que está nos céus.”
-- Mateus 10:33
PENSAMENTO:
Embora Jesus sequer usa a palavra, mais uma vez o assunto é - medo. Medo e suas conseqüências. Tudo que fazemos e tudo que falamos aqui tem conseqüências eternas. Precisamos lembrar que negamos a Cristo não só em confrontos quando questionados, como Pedro, que negou Cristo três vezes. Nossa negação de Jesus hoje é mais sutil - é no silêncio e no comodismo. Quando foi a última vez que você falou sobre Jesus com um estranho na parada de ônibus ou na fila do caixa? Você se lembra a última vez que você falou de Jesus em sala de aula ou em conversa com colegas de trabalho?
Podemos falar de política e de futebol com qualquer um. Todos têm opinião sobre o clima, a economia, aquele jogo, aquele novo filme, aquela cena no jornal. A gente fala dessas coisas com a maior naturalidade. Mas, quantas vezes falamos daquele que deu sua vida por nós, que, pelo que cremos está bem ali ao nosso lado. Na hora do aperto, da tragédia, dos nossos grandes medos – chamamo-lo e esperamos que ele nos ouça. Será que ele não ouve também o som ensurdecedor do nosso silêncio? Nossos amigos, colegas e parentes não têm algo mais importante que futebol, dieta, moda ou economia para ouvir? Eles não precisam ouvir falar mais de Jesus? Quem Jesus está esperando que vá falar com eles? Se nós não falamos porque pode incomodar, deixar alguém meio sem jeito, ou até criar uma situação de conflito, o que é isso? Não foi isso que ele acabou de
nos informar que aconteceria? E se nós nos calamos diante de tal possibilidade, o que é isso? Isso não é negá-Lo? Pense.
ORAÇÃO:
Pai, perdoe meu silêncio. Ajude-me a ouvir a sua voz, na próxima vez em que eu tiver oportunidade de falar de Jesus. Ajude-me a ser um testemunho fiel. Ajude-me a achar a minha voz. Que a minha voz seja ouvida quando deve ser. Obrigado pelas oportunidades que o Senhor me dá todos os dias de falar de Jesus. Que eu possa ser fiel a ele como ele foi à sua missão para me resgatar. Em nome do Senhor eu oro. Amém.
http://www.hermeneutica.com/ jd/1/0822.html
“Mas aquele que me negar diante dos homens, eu também o negarei diante do meu Pai que está nos céus.”
-- Mateus 10:33
PENSAMENTO:
Embora Jesus sequer usa a palavra, mais uma vez o assunto é - medo. Medo e suas conseqüências. Tudo que fazemos e tudo que falamos aqui tem conseqüências eternas. Precisamos lembrar que negamos a Cristo não só em confrontos quando questionados, como Pedro, que negou Cristo três vezes. Nossa negação de Jesus hoje é mais sutil - é no silêncio e no comodismo. Quando foi a última vez que você falou sobre Jesus com um estranho na parada de ônibus ou na fila do caixa? Você se lembra a última vez que você falou de Jesus em sala de aula ou em conversa com colegas de trabalho?
Podemos falar de política e de futebol com qualquer um. Todos têm opinião sobre o clima, a economia, aquele jogo, aquele novo filme, aquela cena no jornal. A gente fala dessas coisas com a maior naturalidade. Mas, quantas vezes falamos daquele que deu sua vida por nós, que, pelo que cremos está bem ali ao nosso lado. Na hora do aperto, da tragédia, dos nossos grandes medos – chamamo-lo e esperamos que ele nos ouça. Será que ele não ouve também o som ensurdecedor do nosso silêncio? Nossos amigos, colegas e parentes não têm algo mais importante que futebol, dieta, moda ou economia para ouvir? Eles não precisam ouvir falar mais de Jesus? Quem Jesus está esperando que vá falar com eles? Se nós não falamos porque pode incomodar, deixar alguém meio sem jeito, ou até criar uma situação de conflito, o que é isso? Não foi isso que ele acabou de
nos informar que aconteceria? E se nós nos calamos diante de tal possibilidade, o que é isso? Isso não é negá-Lo? Pense.
ORAÇÃO:
Pai, perdoe meu silêncio. Ajude-me a ouvir a sua voz, na próxima vez em que eu tiver oportunidade de falar de Jesus. Ajude-me a ser um testemunho fiel. Ajude-me a achar a minha voz. Que a minha voz seja ouvida quando deve ser. Obrigado pelas oportunidades que o Senhor me dá todos os dias de falar de Jesus. Que eu possa ser fiel a ele como ele foi à sua missão para me resgatar. Em nome do Senhor eu oro. Amém.
http://www.hermeneutica.com/
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Para abençoar sua vida!!!
VERSÍCULO:
E não só isso, mas nós mesmos, que temos os primeiros frutos do Espírito, gememos interiormente, esperando ansiosamente nossa adoção como filhos, a redenção do nosso corpo.
-- Romanos 8:23
PENSAMENTO:
A vida pode ser muito difícil às vezes. Qualquer um que tenha vivido por muito tempo sabe disso. Ao mesmo tempo, até nossos piores pesadelos são períodos de estágios para nossa grande redenção. Nossos momentos de maior solidão são sala de espera para nossa adoção final na presença e família do Rei dos Séculos. Com o Espírito vivendo dentro de nós, temos certeza do nosso destino final, independente de qual cena do drama de nossas vidas nos encontremos agora. Então vivamos como quem tem certeza do destino final, mas que apenas ainda não o alcançou; e não como aqueles que
fizeram do seu lar e depositaram sua esperança no que é presente.
Nossos melhores dias ainda estão por vir!
ORAÇÃO:
Todo Poderoso e Deus Fiel, amoroso Aba Pai, abençoe-me com coragem hoje para que possa encarar qualquer obstáculo que encontre no meu caminho. E, por favor, dê-me a espiritualidade para fazer isso com graça, dignidade e integridade, a fim de que outros possam ver minha vida e lhe dar glória. No nome de Jesus eu oro. Amém.
E não só isso, mas nós mesmos, que temos os primeiros frutos do Espírito, gememos interiormente, esperando ansiosamente nossa adoção como filhos, a redenção do nosso corpo.
-- Romanos 8:23
PENSAMENTO:
A vida pode ser muito difícil às vezes. Qualquer um que tenha vivido por muito tempo sabe disso. Ao mesmo tempo, até nossos piores pesadelos são períodos de estágios para nossa grande redenção. Nossos momentos de maior solidão são sala de espera para nossa adoção final na presença e família do Rei dos Séculos. Com o Espírito vivendo dentro de nós, temos certeza do nosso destino final, independente de qual cena do drama de nossas vidas nos encontremos agora. Então vivamos como quem tem certeza do destino final, mas que apenas ainda não o alcançou; e não como aqueles que
fizeram do seu lar e depositaram sua esperança no que é presente.
Nossos melhores dias ainda estão por vir!
ORAÇÃO:
Todo Poderoso e Deus Fiel, amoroso Aba Pai, abençoe-me com coragem hoje para que possa encarar qualquer obstáculo que encontre no meu caminho. E, por favor, dê-me a espiritualidade para fazer isso com graça, dignidade e integridade, a fim de que outros possam ver minha vida e lhe dar glória. No nome de Jesus eu oro. Amém.
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
EM QUE MUNDO CRIAREMOS NOSSOS FILHOS? - Hélder Cardin
Escutei esta pergunta pela primeira vez há 15 anos. Eu a disse pela primeira vez há oito anos quando, já casado, conversava com minha esposa sobre termos filhos. Hoje, com 11 anos de casado e dois filhos na aljava, escuto o eco da dúvida na selvageria do mundo em que vivemos. Um mundo que torce a verdade pela mentira; redefine princípios e valores em prol da mera conveniência pessoal; nega Deus e ridiculariza os que nele creem; exalta o ter em detrimento do ser; perverte a pureza sexual por uma pretensa liberdade de escolha; crê no acaso e diz não haver sentido na vida e na história e, por isso, cada um deve buscar seu próprio rumo; diz plantar liberdade, mas não colhe muito além de escravidão. Enfim, este é o mundo no qual já vivemos. Um mundo desesperançoso frente seu próprio relativismo e incapacidade para ajudar o ser humano a achar um rumo na vida.
Diante disso, a questão acima deveria ser: como educar nossos filhos a fim de sobreviverem a este mundo? Sobreviver. Esta é a palavra que pais, pastores e líderes de mocidades usam para se referirem ao jovem cristão que entrou na universidade e saiu de lá "ainda cristão". Um jovem que sobreviveu às pressões e tentações, ofertas fáceis do pecado e tudo quanto o separa de Deus. Talvez não tenha saído ileso (como na maioria dos casos), mas saiu vivo.
O que fazer? Gostaria que a resposta fosse fácil de dar e praticar, mas não é. Entendo que precisamos ajudá-los: (1) a adquirirem um conhecimento pessoal de Deus a fim de terem sua própria fé, não apenas a "fé de seus pais"; (2) a se fundamentarem no conhecimento absoluto e prático da Palavra de Deus; (3) a entenderem seu papel no mundo bem como o sentido de suas vidas; (4) a terem situações reais de convívio com outros cristãos comprometidos com Cristo em suas vidas profissionais, afetivas, familiares, financeiras e eclesiásticas, para que vejam que é possível ser cristão e bem-sucedido.
Sucesso não conforme o mundo o define, mas nossos filhos precisam ver que podem ter uma vida bem-vivida, serem profissionalmente realizados, terem estabilidade emocional e serem moralmente santos, sem abandonarem os princípios e valores bíblicos. Não um pelo outro ou em detrimento do outro, mas um por causa do outro. O todo da vida por causa do compromisso com Deus, e este compromisso norteando o todo da vida no mundo. Tudo isso pela ótica bíblica. Uma ótica que nos diz que antes de alguém ser advogado, engenheiro, pastor ou professor, ele é cristão. Cristão médico, cristã professora.
Em que mundo, então, criaremos nossos filhos? Naquele, inclusive, em que hoje estivermos espelhando a transformação conforme o caráter de Cristo e os princípios eternos da Palavra de Deus.
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